Atualmente, a única coisa que assisto na TV é E.R.. A série é uma das favoritas da minha mãe, pelo aspecto médico da coisa, mas também pelos personagens. Eu acabo ficando mais com os personagens e os casos bizarros de desvios de comportamento ou toda a estética das mutilações e instrumentos hospitalares.
Escrevi há algum tempo um post fazendo uma das minha famosas comparações bizarras entre o Lala's e o Dr. Greene. Tanto por aspectos visuais e, digamos, "lustrosos", quanto por aspectos da personalidade. Ontem, vendo um dos capítulos, reconheci em Abby Lockhart um pouco de outra colega de trabalho, Mariana. Da mesma forma, em parte por causa do comportamento, em parte por causa da aparência. Há algo similar na boca de ambas e no olhar, que parece sempre exausto. Aí me pergunto: quem sou eu lá dentro? Duvido que Egon Schiele se enquadrasse na história.
No final do capítulo de ontem, após circunstâncias complicadas, Abby terminou o capítulo comprando uma garrafa de whisky no supermercado. Levada pelo stress do desaparecimento do irmão, ela retorna ao velho vício do álcool após meses de abstinência. O olhar que ela lança para a garrafa lembrou-me de mim mesmo. Olhando para o computador em casa, onde instalei há pouco tempo um jogo antigo, voltando para meu velho vício do jogo após meses de abstinência. É um olhar de fraqueza, de saber que o vício, pelo menos nesta noite, vai ser mais forte. Este aqui está me roendo alguns minutos de cada noite, que eu talvez devesse passar trabalhando em coisas mais relevantes. Mas me conheço, vou terminar o jogo em alguns dias e voltar à abstinência. Desta vez, quem sabe, durante mais tempo.
Bits and pieces of my life that everyone ignores when I speak, but someone reads when I write.
sexta-feira, junho 24, 2005
quarta-feira, junho 22, 2005
Inexistência
Me surpreendi recentemente, descobrindo na faculdade um colega que também não acreditava no conceito de "vida".
Preciso descobrir qual é a corrente filosófica para basear isso. Se é o nihilismo, o existencialismo, ou o puro ceticismo mesmo. Talvez um pouco de tudo. Falávamos de video game, de inteligência artificial e eventualmente chegamos no conceito de vida.
A idéia por trás dessa negação é bem simples: se não pode ser definido, será que sequer existe?
Muitos outros conceitos entram na jogada. Definir o que é vida é tão complicado quanto definir o que é arte, o que é alma ou mesmo o que é o amor. E embora eu use livremente o termo "arte" aqui, já apontei diversas vezes que hoje arte pode ser qualquer coisa mesmo. O que é similar a dizer que nada é de fato arte. Que não existe arte/alma/vida/amor. Porque, sempre que uma definição para essas coisas for dada, alguém surge com uma excessão à regra. Principalmente na arte onde, desde o movimento punk, só se valoriza o que for questionador, e portanto, qualquer regra postulada pede para ser quebrada. Posso não compreender o bastante de alma (por ser ateu), vida (por não ser biólogo/médico/etc) ou vida amor (por ser jovem demais...). Mas de arte, me arrisco a dizer que saiba o suficiente para esta conclusão.
O problema desses tipos de conceito é a necessidade que as pessoas têm de manter um certo aspecto místico, enigmático e indecifrável deles. Via de regra, as pessoas pedem, mas não querem uma definição para eles. Assim, qualquer definição apresentada (e aqui mesmo já tentei dar diversas definições de vários desses conceitos) vai ser negada veementemente, para manter esse caráter sublime, não importa o quão pertinente e abrangente for a definição. As pessoas não querem que algo tão supostamente "maior do que elas" seja simplificado, reduzido ao ponto do compreensível. Oras, simplificar as pessoas desse jeito as tornaria nada mais do que máquinas orgânicas (fleshcrafts), certo?
O que nos trás de volta à questão: se não pode ser definido, será que sequer existe? "Vida" é o nome que damos a este complexo fenômeno que ainda não conseguimos compreender ou reproduzir. A palavra é uma ferramenta para expprimir a nossa recusa em aceitar definições simplificadas. Pegamos tudo sobre o assunto que não entendemos e guardamos em um compartimento conceitual rotulado com uma palavra, para identificá-lo. E se um dia chegássemos a um ponto de tecnologia onde fosse possível reproduzir uma vida? Minha suposição: muitos duvidariam se de fato aquilo é uma "vida" simplesmente porque foi gerada artificialmente. E se aceitassem, outra suposição é de que a palavra "vida" seria substituída por algum outro nome, o nome do processo científico, talvez. Porque não precisaríamos mais chamar este fenômeno por um nome que significa, de certa forma, incompreensão. Não precisaríamos mais do compartimento conceitual rotulado. Poderíamos chamar as coisas dentro desse compartimento por seus devidos nomes. Complexo?
Preciso descobrir qual é a corrente filosófica para basear isso. Se é o nihilismo, o existencialismo, ou o puro ceticismo mesmo. Talvez um pouco de tudo. Falávamos de video game, de inteligência artificial e eventualmente chegamos no conceito de vida.
A idéia por trás dessa negação é bem simples: se não pode ser definido, será que sequer existe?
Muitos outros conceitos entram na jogada. Definir o que é vida é tão complicado quanto definir o que é arte, o que é alma ou mesmo o que é o amor. E embora eu use livremente o termo "arte" aqui, já apontei diversas vezes que hoje arte pode ser qualquer coisa mesmo. O que é similar a dizer que nada é de fato arte. Que não existe arte/alma/vida/amor. Porque, sempre que uma definição para essas coisas for dada, alguém surge com uma excessão à regra. Principalmente na arte onde, desde o movimento punk, só se valoriza o que for questionador, e portanto, qualquer regra postulada pede para ser quebrada. Posso não compreender o bastante de alma (por ser ateu), vida (por não ser biólogo/médico/etc) ou vida amor (por ser jovem demais...). Mas de arte, me arrisco a dizer que saiba o suficiente para esta conclusão.
O problema desses tipos de conceito é a necessidade que as pessoas têm de manter um certo aspecto místico, enigmático e indecifrável deles. Via de regra, as pessoas pedem, mas não querem uma definição para eles. Assim, qualquer definição apresentada (e aqui mesmo já tentei dar diversas definições de vários desses conceitos) vai ser negada veementemente, para manter esse caráter sublime, não importa o quão pertinente e abrangente for a definição. As pessoas não querem que algo tão supostamente "maior do que elas" seja simplificado, reduzido ao ponto do compreensível. Oras, simplificar as pessoas desse jeito as tornaria nada mais do que máquinas orgânicas (fleshcrafts), certo?
O que nos trás de volta à questão: se não pode ser definido, será que sequer existe? "Vida" é o nome que damos a este complexo fenômeno que ainda não conseguimos compreender ou reproduzir. A palavra é uma ferramenta para expprimir a nossa recusa em aceitar definições simplificadas. Pegamos tudo sobre o assunto que não entendemos e guardamos em um compartimento conceitual rotulado com uma palavra, para identificá-lo. E se um dia chegássemos a um ponto de tecnologia onde fosse possível reproduzir uma vida? Minha suposição: muitos duvidariam se de fato aquilo é uma "vida" simplesmente porque foi gerada artificialmente. E se aceitassem, outra suposição é de que a palavra "vida" seria substituída por algum outro nome, o nome do processo científico, talvez. Porque não precisaríamos mais chamar este fenômeno por um nome que significa, de certa forma, incompreensão. Não precisaríamos mais do compartimento conceitual rotulado. Poderíamos chamar as coisas dentro desse compartimento por seus devidos nomes. Complexo?
segunda-feira, junho 20, 2005
Momentos "The things people say" com o coven de Zion.
Apelidei o coven recém-descoberto de "Coven de Zion", devido à metáfora que eles mesmo usam para falar do assunto, referindo-se à própria realidade como se fosse Zion, e o mundo de aparências como se fosse a Matrix.
Passei o domingo com eles. Interessante desse tipo de gente é que eles soltam as melhores pérolas:
"Então, estou tendo um pseudo-caso com o Fulano lá da editora." diz a pessoa A
"Como assim, 'pseudo-caso'?" pergunta a pessoa B
Pessoa C intervém: "É assim: o 'caso' é dela, o 'pseudo' é do Fulano, que ainda não sabe do caso."
-----=-----
"Ela está se achando a bala que matou o Kennedy" dito por um indivíduo hilário, autor de outras expressões igualmente inusitadas como "voar de bata" (que pode significar qualquer coisa...) e a ainda mais enigmática palavra "Misanplê" (que eu obviamente devo ter escrito errado, mas que também pode significar qualquer coisa...)
-----=-----
"Ah, meu! Vai tomar no cu!" cospe A, em uma discussão.
"Meu bem, nós estamos brigando, não adianta tentar me agradar..." retruca o vampiro B.
Passei o domingo com eles. Interessante desse tipo de gente é que eles soltam as melhores pérolas:
"Então, estou tendo um pseudo-caso com o Fulano lá da editora." diz a pessoa A
"Como assim, 'pseudo-caso'?" pergunta a pessoa B
Pessoa C intervém: "É assim: o 'caso' é dela, o 'pseudo' é do Fulano, que ainda não sabe do caso."
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"Ela está se achando a bala que matou o Kennedy" dito por um indivíduo hilário, autor de outras expressões igualmente inusitadas como "voar de bata" (que pode significar qualquer coisa...) e a ainda mais enigmática palavra "Misanplê" (que eu obviamente devo ter escrito errado, mas que também pode significar qualquer coisa...)
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"Ah, meu! Vai tomar no cu!" cospe A, em uma discussão.
"Meu bem, nós estamos brigando, não adianta tentar me agradar..." retruca o vampiro B.
sexta-feira, junho 17, 2005
Achei Alice!
Quando ele trouxe para o trabalho um dia desses, não resisti e tomei uns minutinhos do dia pra ficar procurando em qual deles estava a menininha. Se você procurar no fotolog, vai ver uns dois desenhos (aqui e aqui) e uma imagem 3D (detalhe da garota aqui) de uma menininha andando por um mundo surreal. Minha Alice. Tem seu cabelo curto, cortado Channel, preto como noite. O vestido é rosa pastel. Ela surgiu inspirada em uma artista do Cirque du Soleil.
Encontrei a garotinha em Quidam, um show gravado em Amsterdam. Vestindo um macacão rosa, o chapéu azul que inicia a trama e com uma voz adulta travestida de pureza. De fato, fiquei na dúvida se tratava-se de uma mulher adulta, com os atributos físicos suprimidos de alguma forma para parecer uma criança, ou uma criança treinada à exaustão para soar como uma adulta. O rosto expressivo maquiado para potencializar ainda mais a expressão. E os trejeitos de doze anos teatrais de idade. Passei o resto do dia lembrando dela. Lembrando da voz. Re-inspirado para desenhar Alice. Até me fez reviver a idéia fixa de talvez começar um webcomic, como os da lista ao lado. Talvez, para não ser algo muito exaustivo, fazer um esquema como o do Bunny, de uma imagem só com algum significado surreal meio fora do alcance do leitor. E fazer uma por semana. Quem sabe...
quarta-feira, junho 15, 2005
Para minha psicologa
Bom psicólogo é aquele que reconhece que, em certos aspectos, você não tem solução. E não é porque ele não seja competente o suficiente. Você apenas é um caso complexo. Um avião sem motor indo direto em direção ao chão, uma granada rolando morro abaixo. Você é o prenúncio de uma possível catástrofe. O bom psicólogo apenas vai endireitar esse avião para o pouso forçado, dar uns toques nesse explosivo para que ele role para longe das criancinhas. O que quero dizer é, algumas situações não têm conserto e seria uma espécie de falsidade placêbica encontrar uma "cura". Mas dá pra pelo menos amenizar os danos e aprender a viver com elas. O bom psicólogo faz você aceitar suas peculiaridades e controlá-las, em vez de as evitar e reprimir.
terça-feira, junho 14, 2005
Dadaist revelation XV:
Em inglês, há uma palavra gostosa, um daqueles pronomes coletivos ("manada", "matilha", "bando") para definir um grupo de vampiros. Não vi até hoje uma tradução decente para o português. Pena. A palavra é coven.
Conhecia até então apenas um coven. No final da semana passada, conheci um segundo. Sem falar em alguns outros indivíduos sem grupo.
Isso merece pintura...
Conhecia até então apenas um coven. No final da semana passada, conheci um segundo. Sem falar em alguns outros indivíduos sem grupo.
Isso merece pintura...
A pedidos: Os Sonhadores
Pediram-me que escrevesse finalmente sobre Os Sonhadores, do Bertolucci, apesar de que, como falei, agora que estou pronto para escrever, a necessidade já passou.
Vale aqui o meu costumeiro aviso: se você não viu o filme, não leia. Considere-se avisado.
Acho que o filme só começa, de fato, depois que os três personagens principais (os irmãos Theo e Isabelle e o estudante Matthew) se conhecem, o que não demora a acontecer.
O relacionamento entre eles, no começo, me fascinou. Encontro muita satisfação em relacionamentos onde se chega a uma intimidade (tanto física quanto mental) muito grande muito rapidamente. E isso acontece muito raramente hoje em dia, quando as pessoas têm um medo transbordante de serem enganadas, traídas, maltratadas ou simplesmente julgadas. Me trouxe à lembrança a velocidade alucinante com a qual me tornei íntimo de Lee e toda a turma de jornalismo da universidade. E em seguida lembro da velocidade igualmente alucinante com a qual me tornei um completo desconhecido...
Há, no filme, uma abordagem toda interessante sobre nudez. Porque sim, choca em um primeiro momento ver atores masculinos em nu frontal e close. Principalmente para nós acostumados com a estética americana, que valoriza excessivamente o nú feminino e esconde com vergonha o masculino. Mesmo para um formado em artes plásticas como eu, que passou quatro anos lidando com essas coisas. É inesperado.
Mas à medida que o filme vai avançando e a nudez dos personagens é desfilada mais vezes, o choque passa e vou ficando um pouco mais confortável. Vou me tornando igualmente íntimo dos personagens. Ótimo recurso usado por Bertolucci. Me lembra do que escrevi aqui sobre nudez. Que pode-se banalizar a nudez de um corpo ao ponto em que ela não importará mais, não terá mais a natureza sexual da primeira vista. Que isso se faz pela utilização excessiva da imagem. Muito do sensual da nudez está naquela sensação de descoberta da primeira vista.
Gostei dos jogos que os irmão jogam um com o outro. Sou meio esnobe e adoro esses jogos de conhecimento. Se o assunto for pintura, melhor ainda. Tenho algum receio dos castigos meio pesados que eles se aplicavam, mas suponho que aumenta a adrenalina da coisa. A questão é: com quem jogar? Meus amigos mais íntimos não têm conhecimento suficiente de pinturas para o jogo, eu não tenho sobre cinema ou similares e as pessoas que conheço que têm conhecimento de pintura, não são suficientemente íntimas para isso... Desejos para o futuro.
Terminando o lado bom destes comentários, preciso falar das homenagens de Bertolucci. Dos pequenos recortes de filmes antigos em preto e branco que ele insere no filme e depois grava cenas idênticas, modernizadas. É como jogar o jogo dos irmãos com os personagens do filme. Perdi várias rodadas, mas consegui identificar o filme de Greta Garbo (Rainha Cristina), o Scarface e sabia do que se tratava o filme com as pessoas de circo deformadas... É uma maneira deliciosa de se fazer uma homenagem ao cinema como um todo.
Passando para o lado das inquietações (ou seja, nem por isso o lado ruim, apenas... perturbador).
Me senti igualmente enganado, traído... (nem palavras eu tenho para definir a sensação) quando, após a primeira transa entre Isabelle e Matthew, descobrimos que ela era virgem. Que entregou sua virgindade como castigo do jogo. É uma violência para mim, que pondero decisões trinta vezes, ver um ato inconsequente assim. Mas suponho que seja opinião pessoal minha mesmo... Depois, comecei a considerar a relação entre os irmãos. E que, embora atraia meu interesse por perversões sexuais pelo caráter incestuoso, Depois de um tempo revela-se apenas como uma imaturidade tremenda mesmo. Por fim, isso me levou a considerar os personagens dos irmãos em geral como personagens dolorosamente imaturos. Cercados de conhecimento e pais cultos e abastados, eles vivem do dinheiro dos pais, discutem futilidades filosóficas e obviamente não farão diferença alguma na história do mundo, passando de sua imaturidade ao esquecimento sem usar todo o potencial que possuem. Recordam-me de boa parte dos meus colegas do curso de artes. E me mostram um reflexo de mim mesmo...
A única atitude política que fazem no final do filme é igualmente inconsequente, trágica e infrutífera. Terminando o filme, tive a mais profunda pena e uma ponta de desdém por estes meus bons amigos.
segunda-feira, junho 13, 2005
For you people who read the newspaper comics...
I love it when the guys at VG Cats do this kind of thing....
quinta-feira, junho 09, 2005
Dilemas banais
Duas pessoas me pediram retratos para dar de presente de dia dos namorados.
O primeiro, me pediu um retrato da garota, para dar a ela mesma.
A segunda, me pediu um retrato dela para dar ao namorado.
Digam-me vocês, que estão do lado de quem receberia a arte, o que vocês mais gostariam de receber: um retrato de vocês mesmos, ou um da pessoa amada?
O primeiro, me pediu um retrato da garota, para dar a ela mesma.
A segunda, me pediu um retrato dela para dar ao namorado.
Digam-me vocês, que estão do lado de quem receberia a arte, o que vocês mais gostariam de receber: um retrato de vocês mesmos, ou um da pessoa amada?
Cara cliente
Para evitar futuros desentendimentos com agências de publicidade, seguem abaixo algumas recomendações:
• Compre um potinho de guache azul e outro de guache vermelho. Misture ambos em partes iguais e veja a cor que deu. Nunca mais me torre a paciência pra dizer que aquele roxo é azul.
• Se você quer baixar custos, evite quantidades muito grandes de cores nos uniformes a serem confeccionados, mas mantenha os tecidos e modelos bons. Acredite, é uma idéia melhor do que vestir suas promoters em conjuntinhos de moletom ridículos e baratos com as cores certas...
• Encarregue apenas 1 (UMA) pessoa com algum bom gosto (cabe a você decidir isso...) de decidir o layout final. De preferência alguém que tenha a macheza de arcar com as próprias escolhas. Ficar passando o abacaxi pra trinta pessoas hierarquicamente superiores aprovarem só vai garantir um sonoro "não" a todas as propostas apresentadas e um resultado medíocre e nada criativo.
Definitivamente, o ue estraga a publicidade é o cliente...
Ufa! Desabafei...
• Compre um potinho de guache azul e outro de guache vermelho. Misture ambos em partes iguais e veja a cor que deu. Nunca mais me torre a paciência pra dizer que aquele roxo é azul.
• Se você quer baixar custos, evite quantidades muito grandes de cores nos uniformes a serem confeccionados, mas mantenha os tecidos e modelos bons. Acredite, é uma idéia melhor do que vestir suas promoters em conjuntinhos de moletom ridículos e baratos com as cores certas...
• Encarregue apenas 1 (UMA) pessoa com algum bom gosto (cabe a você decidir isso...) de decidir o layout final. De preferência alguém que tenha a macheza de arcar com as próprias escolhas. Ficar passando o abacaxi pra trinta pessoas hierarquicamente superiores aprovarem só vai garantir um sonoro "não" a todas as propostas apresentadas e um resultado medíocre e nada criativo.
Definitivamente, o ue estraga a publicidade é o cliente...
Ufa! Desabafei...
quarta-feira, junho 08, 2005
Quando sucesso vira praga...
Consegui amenizar em muito a situação meio tensa no trabalho, sobre a qual não escrevi aqui por motivos da censura que instituí sobre o assunto. Me tornei um tanto mais útil, embora minha capacidade de sociabilização ainda deixe a desejar.
No entanto, voltar a ter tranquilidade no trabalho (a meta das semanas recentes) me fez pensar em como sucesso nos desafios pode vir a ser, na verdade, uma derrota. O que teria acontecido se eu tivesse deixado minha situação aqui se deteriorar até o derradeiro fim? Eu teria saído deste emprego e colocado em prática uma série deplanos de coisas alternativas à publicidade que eu quero fazer. O que teria acontecido se a Tink, a garota almejada na época do colégio e portanto a meta em questão, não tivesse aceitado namorar-me? Eu provavelmente teria evoluído para almejar outras garotas. O que teria acontecido com a minha bela ex-redatora (o "ex" explica parte do clima tenso no trabalho, não?) se ela perdesse a beleza e não conseguisse os rapazes que quer? Ela talvez se tornasse um pouco menos fútil e perceberia que é preciso conquistar não só com um rostinho bonito e um bom perfume, mas com uma conversa com conteúdo.
Evolução.
Caso não atingíssemos nossas metas, nós evoluiríamos. Procuraríamos novas metas, passando por aquela fase meio infantil de negação das anteriores ("Tudo bem, eu nem queria mesmo" ou "Pensando bem, isso não é tão bom assim"). Talvez, de fato, perceberíamos que as metas anteriores nem eram o que realmente queríamos desde o princípio. Evoluiríamos para anseios um tanto mais refinados e diferentes dos desejos mainstream de ter a namorada linda, loira e gostosa; o emprego que te torna milionário sem dar tanto trabalho; a vida sem complicações e cheia de futilidades auto-gratificantes.
O que quero dizer é que, às vezes, o sucesso significa apenas estagnação. Você já tem, então deixa de querer, de procurar, de batalhar. Concordo também que há o oposto: na pintura, quanto mais me orgulho de um quadro meu, mais quero fazer novos e melhores. Mas acho que a cultura ocidental e o culto ao sucesso ignoraram esse aspecto negativo de vencer os desafios...
No entanto, voltar a ter tranquilidade no trabalho (a meta das semanas recentes) me fez pensar em como sucesso nos desafios pode vir a ser, na verdade, uma derrota. O que teria acontecido se eu tivesse deixado minha situação aqui se deteriorar até o derradeiro fim? Eu teria saído deste emprego e colocado em prática uma série deplanos de coisas alternativas à publicidade que eu quero fazer. O que teria acontecido se a Tink, a garota almejada na época do colégio e portanto a meta em questão, não tivesse aceitado namorar-me? Eu provavelmente teria evoluído para almejar outras garotas. O que teria acontecido com a minha bela ex-redatora (o "ex" explica parte do clima tenso no trabalho, não?) se ela perdesse a beleza e não conseguisse os rapazes que quer? Ela talvez se tornasse um pouco menos fútil e perceberia que é preciso conquistar não só com um rostinho bonito e um bom perfume, mas com uma conversa com conteúdo.
Evolução.
Caso não atingíssemos nossas metas, nós evoluiríamos. Procuraríamos novas metas, passando por aquela fase meio infantil de negação das anteriores ("Tudo bem, eu nem queria mesmo" ou "Pensando bem, isso não é tão bom assim"). Talvez, de fato, perceberíamos que as metas anteriores nem eram o que realmente queríamos desde o princípio. Evoluiríamos para anseios um tanto mais refinados e diferentes dos desejos mainstream de ter a namorada linda, loira e gostosa; o emprego que te torna milionário sem dar tanto trabalho; a vida sem complicações e cheia de futilidades auto-gratificantes.
O que quero dizer é que, às vezes, o sucesso significa apenas estagnação. Você já tem, então deixa de querer, de procurar, de batalhar. Concordo também que há o oposto: na pintura, quanto mais me orgulho de um quadro meu, mais quero fazer novos e melhores. Mas acho que a cultura ocidental e o culto ao sucesso ignoraram esse aspecto negativo de vencer os desafios...
segunda-feira, junho 06, 2005
Birra artística
Já tenho todos os programas de computador que preciso em casa para minha mais nova e bizarra empreitada...
Quatro anos de faculdade de artes. Quatro anos aprendendo técnica, de obcecado que sou pelo "como fazer". Quatro anos estudando história da arte e entendendo o que é, pra mim, arte. Quatro anos achando que eu ia ser alguma coisa depois disso. Daí que, da minha classe, as duas pessoas que considero tiveram mais sucesso são a garota que não queria ser artista plástica e só fez o curso pela falta de opção e o grafiteiro que, apesar do hobby, nunca quis saber de pintura. Daé que comecei a perceber que o que me faltava, e que eles tinham de sobra, era o ímpeto. Aquela coisa de poder pegar uma folha em branco e desenhar qualquer besteira, sem se preocupar com a técnica ou até mesmo com o tema. Sem precisar que o resultado seja a mais recente e perfeita obra de arte. Apenas desenhar. Pelo puro prazer. Considero que hoje eu seja quase incapaz de fazer isso. E o fato me causa uma espécie de revolta invejosa. Porque eles podem não ter um décimo da técnica de arte que eu tenho, mas são alardeados como jovens artistas de peso e relevância.
Como uma espécie de desforra, resolvi seguir um caminho semelhante com outra mídia. Algo que eu gostasse muito, soubesse do que gosto, mas não conhecesse nada de técnica. Música. Por que não? Os programas de computador hoje permitem simular uma banda inteira, recortar e colar samples de músicas, deturpar sons como o Photoshop deturpa imagens. Tá, eu sei: parece aquele tipo de revolta infantil, de birra. É mesmo. E daí? Valoriza-se hoje esse tipo de ímpeto e que se dane a técnica. Então vamos nessa.
Claro que, como boa parte das birras e revoltas infantis, tem boa chance de nunca acontecer de fato. Mas fica aqui a crítica.
Quatro anos de faculdade de artes. Quatro anos aprendendo técnica, de obcecado que sou pelo "como fazer". Quatro anos estudando história da arte e entendendo o que é, pra mim, arte. Quatro anos achando que eu ia ser alguma coisa depois disso. Daí que, da minha classe, as duas pessoas que considero tiveram mais sucesso são a garota que não queria ser artista plástica e só fez o curso pela falta de opção e o grafiteiro que, apesar do hobby, nunca quis saber de pintura. Daé que comecei a perceber que o que me faltava, e que eles tinham de sobra, era o ímpeto. Aquela coisa de poder pegar uma folha em branco e desenhar qualquer besteira, sem se preocupar com a técnica ou até mesmo com o tema. Sem precisar que o resultado seja a mais recente e perfeita obra de arte. Apenas desenhar. Pelo puro prazer. Considero que hoje eu seja quase incapaz de fazer isso. E o fato me causa uma espécie de revolta invejosa. Porque eles podem não ter um décimo da técnica de arte que eu tenho, mas são alardeados como jovens artistas de peso e relevância.
Como uma espécie de desforra, resolvi seguir um caminho semelhante com outra mídia. Algo que eu gostasse muito, soubesse do que gosto, mas não conhecesse nada de técnica. Música. Por que não? Os programas de computador hoje permitem simular uma banda inteira, recortar e colar samples de músicas, deturpar sons como o Photoshop deturpa imagens. Tá, eu sei: parece aquele tipo de revolta infantil, de birra. É mesmo. E daí? Valoriza-se hoje esse tipo de ímpeto e que se dane a técnica. Então vamos nessa.
Claro que, como boa parte das birras e revoltas infantis, tem boa chance de nunca acontecer de fato. Mas fica aqui a crítica.
sábado, junho 04, 2005
Working saturdays....
Yup, I was called to work this saturday. Six storyboards to draw. Obviously, quality goes out the window.
Tnk says any job where it's considered normal to work on the weekends is not worth it. But mine still is: working on saturdays still isn't part of my routine, happening only once in a while. Also, they pay me well enough to tolerate these things. For now.
And Lala's says the well-paying job is one of the most dangerous ones, because it's the hardest one to quit. You can be miserable and spend your dayss doing things you're not particularly interested. But if they pay you well enough, you tend to overlook those "minor details".
On my way to work this morning, I was greeted by my good friend, the Goodyear blimp (also here and here). Looming between the buildings, casting his shadow on the avenue ahead of me. A strange makebelieve feeling, as if this fairy tale character was agreeing with me: "I know, buddy, it's a cruelty to work on such a sunny weekend". Off we both went, each on our way, to work. Wishing we were both doing other things.
Tnk says any job where it's considered normal to work on the weekends is not worth it. But mine still is: working on saturdays still isn't part of my routine, happening only once in a while. Also, they pay me well enough to tolerate these things. For now.
And Lala's says the well-paying job is one of the most dangerous ones, because it's the hardest one to quit. You can be miserable and spend your dayss doing things you're not particularly interested. But if they pay you well enough, you tend to overlook those "minor details".
On my way to work this morning, I was greeted by my good friend, the Goodyear blimp (also here and here). Looming between the buildings, casting his shadow on the avenue ahead of me. A strange makebelieve feeling, as if this fairy tale character was agreeing with me: "I know, buddy, it's a cruelty to work on such a sunny weekend". Off we both went, each on our way, to work. Wishing we were both doing other things.
quinta-feira, junho 02, 2005
Star Wars, the "sith-com".
WARNING: spoilers ahead! If you haven't seen Revenge of the Sith, do not read. You have been warned...
This is a general interpretation of Star Wars, not just about the latest movie.
Lets quickly fly by the obvious references first. George Lucas is talking about samurais when he presents the Jedis: they choose the sword over firearms, they have this whole bushido kind of thing going on, they dress in futuristic kimonos, they have the whole master-aprentice relationship and finally, there's a dark side, like using your martial arts for personal gain.
Lucas is talking about the european personification of death, the Grim Reaper, when he presents Darth Vader: the mask is a stylized skull, the helmet a mix between the Reaper's hood and a samurai helmet, the black clothing gives that goth feel to it.
Lucas is talking about religion when he talks about the Force. Jedi are holy men, almost zen buddhist monks, who must clear their minds of earthly stimuli like love and hate. A Jedi must believe, have faith, in the Jedi way, in order not to fall into the dark side.
Alas, when the first movies were presented, it was thought that Lucas was talking about militaristic, totalitarian regimes when he presented the Galactic Empire. That isn't entirely wrong...
On to more subtle references. To write Star Wars, Lucas communed with historian Joseph Campbell, in order to create the legend of all legends, something that would amass a huge amount of folkloric references. To do so, he divided his story into two parts that we have seen so far: the creation of the villain (Vader) and the creation of the hero (named "Luke", english version of the latin "Lucas").
Vader is the closest thing to Christ: a profetized messiah, born out of the Force itself, from a humble virgin mother. But he is then corrupted into the dark side by a common human (Man did slay the son of God...) and the profecy backfires. Vader's marriage with Padme can be seen as a union between a godly being and an earthly ruler, from which the hero Luke, a sort of semi-god, is born. The process of Vader's corruption has an interesting point: the Sith offer him immortality in the terror movie sense, the immortality of the body (kinda makes zombies spring to mind...); while the Jedi achieve immortality in a more spiritual, "christian" way, as seen when Obi-Wan "dies" at the hand of Vader only to become Luke's guiding spirit. The body dies, the "soul" remains. In the last movie, we see the spirits of Obi-Wan, Yoda and Vader himself in the last scene.
Finally, let's talk about the Republic. In Episode I, we beggin cheering for the Republic against the rebels of the Trade Federation. As the story progresses into the third episode, the tables turn and we find ourselves cheering for the rebels and against the Republic (now an Empire). I found this particular plot twist simply amazing... Vader and Sidious take over the empire to bring "peace" to the galaxy by slaughtering anyone who opposes them. You can think about this in two ways: either the Empire is a huge reference to a certain totalitarian regime that still endures today, fighting bogus and needless wars (the logic they use is almost identical...); or it could be understood as a Jyhad, a holy war, between factions of a same religion (Jedi versus Sith), as seen in the middle east. If we take the first option, Lucas makes a nifty critique to his own country, but throws it out the window when Mace Windu corners Sidious and says he is "too dangerous to be kept alive": slaughtering the opposition isn't just the Sith's way of doing things... So in the end, both Sith and Jedi are americans underneath, aren't they?
One last thing, When I saw Episode I, I was wondering what would be the escuse to swap an army of droids for an army of humans. Lucas managed to turn that into a subtle argument in the decade-old debate over who's better: man or machine. As one character in Episode II putss it: humans (even though cloned ones...) are more creative. Old argument, but still rather effective.
I could go on for many more paragraphs... But I think you're already dozing off, aren't you?
Here, these'll wake you up.
Star Wars Spoofs! Try Naboo, it's based on my favorite fight sequence.
Store Wars! Go, Chewbroccoli!
Hmm... No comments.
Even VG Cats pitched in...
E para os meus conterrâneos: se uma pessoa que nasce em Creta é cretina, a que nasce em Naboo é o que? Nabuda? Nabunda?
This is a general interpretation of Star Wars, not just about the latest movie.
Lets quickly fly by the obvious references first. George Lucas is talking about samurais when he presents the Jedis: they choose the sword over firearms, they have this whole bushido kind of thing going on, they dress in futuristic kimonos, they have the whole master-aprentice relationship and finally, there's a dark side, like using your martial arts for personal gain.
Lucas is talking about the european personification of death, the Grim Reaper, when he presents Darth Vader: the mask is a stylized skull, the helmet a mix between the Reaper's hood and a samurai helmet, the black clothing gives that goth feel to it.
Lucas is talking about religion when he talks about the Force. Jedi are holy men, almost zen buddhist monks, who must clear their minds of earthly stimuli like love and hate. A Jedi must believe, have faith, in the Jedi way, in order not to fall into the dark side.
Alas, when the first movies were presented, it was thought that Lucas was talking about militaristic, totalitarian regimes when he presented the Galactic Empire. That isn't entirely wrong...
On to more subtle references. To write Star Wars, Lucas communed with historian Joseph Campbell, in order to create the legend of all legends, something that would amass a huge amount of folkloric references. To do so, he divided his story into two parts that we have seen so far: the creation of the villain (Vader) and the creation of the hero (named "Luke", english version of the latin "Lucas").
Vader is the closest thing to Christ: a profetized messiah, born out of the Force itself, from a humble virgin mother. But he is then corrupted into the dark side by a common human (Man did slay the son of God...) and the profecy backfires. Vader's marriage with Padme can be seen as a union between a godly being and an earthly ruler, from which the hero Luke, a sort of semi-god, is born. The process of Vader's corruption has an interesting point: the Sith offer him immortality in the terror movie sense, the immortality of the body (kinda makes zombies spring to mind...); while the Jedi achieve immortality in a more spiritual, "christian" way, as seen when Obi-Wan "dies" at the hand of Vader only to become Luke's guiding spirit. The body dies, the "soul" remains. In the last movie, we see the spirits of Obi-Wan, Yoda and Vader himself in the last scene.
Finally, let's talk about the Republic. In Episode I, we beggin cheering for the Republic against the rebels of the Trade Federation. As the story progresses into the third episode, the tables turn and we find ourselves cheering for the rebels and against the Republic (now an Empire). I found this particular plot twist simply amazing... Vader and Sidious take over the empire to bring "peace" to the galaxy by slaughtering anyone who opposes them. You can think about this in two ways: either the Empire is a huge reference to a certain totalitarian regime that still endures today, fighting bogus and needless wars (the logic they use is almost identical...); or it could be understood as a Jyhad, a holy war, between factions of a same religion (Jedi versus Sith), as seen in the middle east. If we take the first option, Lucas makes a nifty critique to his own country, but throws it out the window when Mace Windu corners Sidious and says he is "too dangerous to be kept alive": slaughtering the opposition isn't just the Sith's way of doing things... So in the end, both Sith and Jedi are americans underneath, aren't they?
One last thing, When I saw Episode I, I was wondering what would be the escuse to swap an army of droids for an army of humans. Lucas managed to turn that into a subtle argument in the decade-old debate over who's better: man or machine. As one character in Episode II putss it: humans (even though cloned ones...) are more creative. Old argument, but still rather effective.
I could go on for many more paragraphs... But I think you're already dozing off, aren't you?
Here, these'll wake you up.
Star Wars Spoofs! Try Naboo, it's based on my favorite fight sequence.
Store Wars! Go, Chewbroccoli!
Hmm... No comments.
Even VG Cats pitched in...
E para os meus conterrâneos: se uma pessoa que nasce em Creta é cretina, a que nasce em Naboo é o que? Nabuda? Nabunda?
Achei! Jayce and the Wheeled Warriors
Em um post anterior, eu falei de seriados e desenhos animados dos anos 80. Deixei links para vários deles, mas disse que não tinha conseguido o link para um dos meus favoritos, que eu chamei erroneamente de Jasely. Estava ficando frustrado de não encontrar nada a respeito na net. E então, nesses dias, achei no Sedentário & Hiperativo um site com desenhos dos anos 80. Logo encontrei, na penúltima fileira de imagens, o desenho mais à direita, o rossto de uma das personagens do desenho: Flora, a garota-flor. Resolvido o mistério: eu tinha o nome errado. Em seguida encontrei outros sites, todos me falando sobre Jayce and the Wheeled Warriors.
A trama era mais ssurreal do que eu lembrava: O pai de Jasely, Audric, era um cientista tentando criar uma planta que crescesse em qualquer lugar e com isso por fim à fome na galáxia. Um erro nos experimentos criou os Monster Minds, seres meio planta, meio veículos, que ameaçavam conquistar a galáxia. Audric criou uma outra planta que poderia combatâ-los, mas antes que pudesse plantar a raiz, os monstros atacaram e ele teve que fugir com metade da nova planta, deixando a outra para seu filho, que passa o seriado inteiro procurando-o para juntar as duas metades da raiz e acabar com a ameaça.
Auric, que começou tudo
Jayce, filho de Auric
Flora, a garota-flor
Oon, o "C3PO" da turma
Gillian, mago e mecânico da nave
Herc, piloto e ex-pirata.
Um dos estranhos veículos pilotados por Jayce
Uma das ainda mais estranhas criaturas contra as quais ele lutava
A nave na qual cruzaram a galáxia atrás de Auric.
A trama era mais ssurreal do que eu lembrava: O pai de Jasely, Audric, era um cientista tentando criar uma planta que crescesse em qualquer lugar e com isso por fim à fome na galáxia. Um erro nos experimentos criou os Monster Minds, seres meio planta, meio veículos, que ameaçavam conquistar a galáxia. Audric criou uma outra planta que poderia combatâ-los, mas antes que pudesse plantar a raiz, os monstros atacaram e ele teve que fugir com metade da nova planta, deixando a outra para seu filho, que passa o seriado inteiro procurando-o para juntar as duas metades da raiz e acabar com a ameaça.
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