quinta-feira, julho 15, 2010

Dia do Homem

Há um ano, eu postava aqui alguns parágrafos falando sobre o Dia do Homem celebrado nesta data em nosso país, diferente do dia considerado pela ONU, UNESCO e etc (19 de Novembro). Ainda não tive paciência para procurar exatamente o porquê desta diferença, mas como vivo por aqui e alguém sempre me lembra da data local, adotei-a para comemorar no blog.

E comemoro-a fazendo um apanhado de momentos do blog mesmo, do que foi a discussão masculista por aqui neste ano que se passou:
• Comecei com Sophie Calle e o estereótipo do homem canalha que termina o namoro com a mulher inocente [1]
• Depois considerei o caminho a trilhar como um artista discutindo o assunto [1][2]
• Conheci as matérias do Ivan Martins graças à Nana quando ele escreveu sobre homens que dizem não quando não querem sexo sem serem diminuídos por isso [1]
• Experimentei novas (e antes desprezadas) mídias para divulgar minhas idéias [1]
• Considerei a velha questão da faculdade entre arte feminina e masculina [1]
• Voltei a comentar do sexismo invertido presente nas propagandas de hoje [1]
• Falei de pais e mestres, a ausência deles e dos meus atuais, aproveitando pra dar um exemplo de um pai formidável [1]
• Brevemente revi o Clube da Luta sob a ótica do Masculismo [1]
• Além de rever também alguns clássicos esquecidos [1]
• Fiz considerações bizarras sobre gestação [1]
• E terminei por comentar sobre a nova geração de pais, muito mais presente na vida dos filhos [1][2]

Espero ter muito mais coisas interessantes para mostrar no próximo ano, depois de um mestrado inteiro dedicado ao assunto.

quinta-feira, julho 08, 2010

Árvore da felicidade

Escrevo apenas pra deixar uma nota para me lembrar disso no futuro.

Nos dias mais quentes e abafados, normalmente quando estou saíndo do ateliê no final da tarde, a entrada da casa da minha avó fica perfumada com um aroma muito característico e que eu aprecio imensamente. Essa frente da casa é abarrotada de vasos de flores dos mais variados tipos. Invejo a capacidade de minha avó de ter um jardim aparentemente sem muito esforço.
O perfume em questão não é exatamente de uma flor. Está lá mesmo quando tudo está verde e sem nenhuma flor. Gastei muito tempo seguindo meu parco sentido do olfato até descobrir de onde vinha aquilo. Afinal, não dá pra perguntar para minha avó, porque cheiro não é algo possível de ser descrito a menos que você saiba de onde vem ("cheiro de grama cortada", "cheiro de maçã verde", etc.)
Enfim, meses de seguir o meu nariz me levaram até a planta em questão, em um vaso médio logo ao lado da porta. O vaso tinha duas plantas crescendo juntas nele. Vovó diz que ambas são consideradas árvores da felicidade. Mas só a "fêmea" exala o perfume que eu tanto gosto nos fins de tarde. Na Wikipedia, ela aparece com o nome científico de Polyscias fruticosa [1][2], enquanto a planta "macho", que não me interessa muito, aparece como Polyscias guilfoylei.

Quero que minha casa também tenha esse perfume...